Gatos

31/10/2011 § Deixe um comentário

Para embelezar a semana.

A foto vem daqui .

Easy

30/10/2011 § Deixe um comentário

Um clássico.

Para Zara

28/10/2011 § Deixe um comentário

“Zara,

Antes de tudo, devo esclarecer que não há nenhuma relação entre o título da obra e o meu ‘estado de espírito’ …

Espero que goste (não conheço essa tradução) e que o “abandonado” seja um bom companheiro de viagem.

Com carinho,

José Martins Costa”

dedicatória do exemplar de O Abandonando e Outros Contos, do Guy de Maupassant, pego emprestado na biblioteca pública estadual.

José, caso você leia isso, o Abandonado está sendo um ótimo companheiro de viagens. Espero que a sua Zara/Sara tenha voltado rápido para você.

Summer Skin

25/10/2011 § Deixe um comentário

And we’d left our love in our summer skin

E eu sei que vou me arrepender disso, mas que saudades do verão…

Flores

23/10/2011 § Deixe um comentário

vem daqui , via moça que sigo no GReader [rip].

You Shook Me

16/10/2011 § Deixe um comentário

Versão linda e mágica da música do Willie Dixon pela maior banda de todos os tempos. Robert, Jimmy e Johns [Bonham, querido, que dizer de um homem que se asfixia com o próprio vômito? ♥ ]: amor eterno, amor verdadeiro.

Sobre a tagarelice

16/10/2011 § Deixe um comentário

“É delicado e difícil para a filosofia empreender a cura da tagarelice. Pois seu remédio, a palavra, é feito para aqueles que ouvem, e os tagarelas não ouvem ninguém, já que estão sempre falando. Eis o primeiro mal contido na incapacidade de ouvir. É uma surdez involuntária, de homens que, suponho, censuram à natureza o fato de terem apenas uma língua, embora tenham duas orelhas.

Se Eurípedes realmente fez bem de dizer a um ouvinte imbecil: ‘Eu não poderia encher o que nada segura, vertendo palavras sábias num homem sem sabedoria’, seria ainda mais apropriado dizer ao tagarela: ‘Eu não poderia encher o que nada recebe, vertendo palavras sábias…’, ou antes inundando de palavras um homem que fala aos que não o ouvem e não ouvem os que lhe falam. Pois se chega a ouvi-los brevemente, como no refluxo de sua tagarelice, ele devolverá o cêntuplo em seguida.”

Plutarco,  mestre demais, em “Sobre a Tagarelice”, lido no ano passado e desde então no coração.

Onde estou?

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