No banho

30/03/2014 § Deixe um comentário

nobanho

Oferta do I’m Glad You Came.

A Tamba

30/03/2014 § Deixe um comentário

Feliz 106 anos

25/03/2014 § Deixe um comentário

13-UMA-VEZ-ATE-MORRERFeliz 106 anos para meu Galo, um dos grandes amores da minha vida, um clube tão bom para mim que, justo neste ano, com formatura, prova da Ordem e decisões importantes a tomar, tem a delicadeza de fazer essa temporada pífia e contribuir para meu foco.

Obrigada, Galo! Amo você.

A foto, do raçudo Pierre, é de autoria do também atleticano Gabriel Castro.

Lady Macbeth do Distrito de Mtzensk

23/03/2014 § Deixe um comentário

“- O que é isso? Fora! Gritou Zinóvi Boríssitch com Serguiêi.

– Que dúvida! – arremedou Catierina Lvovna.

Ela fechou a porta com agilidade, enfiou a chave no bolso e tornou a apoiar-se na cama metida em sua camisolinha.

– Anda, Seriójotchka, vem cá , vem, meu pombinho – chamou para perto de si o capataz.

Serguiêi sacudiu as madeixas e sentou-se acintosamente ao lado da patroa.

– Ó, Senhor! Meu Deus! Mas o que é isso? O que vocês estão querendo, seus bárbaros?! – gritou Zinóvi Borissitch todo vermelho levantando-se da poltrona.

– O quê? Ou será que não estás gostando? Olha, olha o meu falcão, olha que beleza!

Catierina Lvovna caiu na risada e deu um beijo apaixonado em Serguiêi na frente do marido.

Nesse instante uma estrondosa bofetada lhe ardeu na face e Zinóvi Boríssitch precipitou-se em direção à janela aberta.”

Vocês não têm ideia — bom, os que já leram têm — das reviravoltas que se seguem a esse trecho de Lady Macbeth do Distrito de Mtzensk, novelinha vertiginosa do Nikolai Leskov.

Não é à toa que o escritor foi tema dO Narrador, do Benjamin, um dos poucos textos prestáveis lidos na Comunicação [ que ideia infeliz ].

Joaquin…

22/03/2014 § Deixe um comentário

joaquin

Botem na conta da obsessão por “Ela”. 

O Amor Acaba

15/03/2014 § Deixe um comentário

“Disse o ratinho: ‘Minha história é longa e triste!’. Ouvirás isso milhares de vezes. Como ouvirás a terrível variante: ‘Minha vida daria um romance.’ Ora, como todas as vidas vividas até o fim são longas e tristes, e como todas as vidas dariam romances, pois um romance é só jeito de contar uma vida, foge, polida, mas energicamente, dos homens e das mulheres que suspiram e dizem: ‘Minha vida daria um romance!’ Sobretudo dos homens. Uns chatos irremediáveis, Maria.

Os milagres sempre acontecem na vida de cada um e na vida de todos. Mas, ao contrário do que se pensa, os melhores e mais fundos milagres não acontecem de repente, mas devagar, muito devagar.

Quero dizer o seguinte: a palavra depressão cairá de moda mais cedo ou mais tarde. Como talvez seja mais tarde, prepara-te para a visita do monstro, e não te desesperes ao triste pensamento de Alice: ‘Devo estar diminuindo de novo.’ Em algum lugar há cogumelos que nos fazem crescer novamente.”

trecho de “Para Maria da Graça“, uma das crônicas do Paulo Mendes Campos compiladas n’O Amor Acaba

O texto de mesmo nome, que arrisco ser o mais famoso dele, ganhou uma resposta do José Carlos Oliveira, e interpretação, de um trechinho apenas, da Karina Buhr.

Song on the Beach

15/03/2014 § Deixe um comentário

Da trilha de “Ela” [ é possível cair de amores também por um filme? ], que interessados escutam na íntegra aqui ou baixam aqui.

Onde estou?

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