The Game of Love

10/08/2013 § Deixe um comentário

Como não gostar de uma música dessas? Como não gostar de um disco que vem embalado por uma crítica assim?

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Ferdydurke

10/08/2013 § Deixe um comentário

“Pois — embora eu não saiba, realmente, se estas palavras podem passar por meus lábios — é errôneo o conceito que diz que um homem deve ser delimitado, imutável
em suas ideias, categórico em suas declarações, inabalável em suas convicções, definitivo em suas gostos, responsável por suas palavras e atos, preciso e cristalizado
no modo de ser.

Considerem atentamente como quimérica a natureza desse conceito. Nosso elemento básico é a eterna imaturidade. O que pensamos e sentimos hoje será, sem dúvida, uma bobagem para nossos bisnetos. Portanto, muito mais adequado seria se reconhecêssemos já hoje como bobagem tudo aquilo que o passar do tempo assim definirá…

E essa força, que os obriga a uma predefinição não é, como vocês acreditam, uma força
totalmente humana. Muito em breve nos daremos conta de que tudo aquilo que achamos de fundamental importância não é tão importante assim — morrer pelas ideias, estilos, teses, lemas ou credos; nem se aferrar a eles, nem se consolidar neles, mas, pelo contrário, dar um passo para trás e manter certa distância de tudo que, incessantemente. acontece a nossa volta.”

trecho de Ferdydurke, do polonês Witold Gombrowicz, romance estranho, com algumas reflexões e digressões incríveis — especialmente nos prefácios — que empolgaram muito mais do que o enredo principal.

Tato

04/08/2013 § Deixe um comentário

braille

 

Via.

Contra o vento

02/08/2013 § 2 Comentários

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“Mas a massa é assim. Ninguém é atleticano. Nasce. Respira. Vive. ‘Caiu no Horto, tá morto.’ O Independência virou alçapão. E aí ninguém segura — literalmente. Graças à massa.

A que quase nunca vaia o time. A ‘mais argentina das torcidas brasileiras’, como já definiram tantos. A que não para de gritar e tem dois hinos: o oficial e ‘Vou Festejar’, cantado como nunca ao fim das épicas partidas decisivas desta Libertadores.

Impossível falar dela sem citar Roberto Drummond. E foram tantas as tempestades nesta Libertadores. Torceram como nunca contra o vento. Venceram.”

trecho de um textos da edição especial da Placar sobre a conquista da Libertadores deste ano.

A foto, do competente, iluminado e lindíssimo Victor,  vem daqui.

Onde estou?

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