Vinte e Quatro Horas na Vida de Uma Mulher

11/04/2013 § Deixe um comentário

“Toda essa recusa do fato óbvio de que em muitas horas de sua vida uma mulher pode ficar à mercê de forças além de sua vontade e consciência apenas disfarçava o medo do próprio instinto, do demoníaco em nossa natureza, e certas pessoas pareciam gostar de se julgar mais fortes, mais morais e mais puras do que as “fáceis de seduzir”.

Quanto a mim, eu consideraria mais honroso uma mulher seguir livre e apaixonadamente os seus instintos, em vez de, como era habitual, trair o marido nos braços dele, fechando os olhos. Foi mais ou menos isso o que eu disse, e quanto maus os outros atacavam a pobre sra. Henriette no diálogo agora escrespado, tanto mais apaixonadamente eu a defendia ( na verdade foi bem alem de meu próprio sentimento interior).”

Stefan Zweig, que, não sabia, morou no Brasil durante cerca de um ano antes de se matar, e sua luta contra a hipocrisia, em trecho de Vinte e Quatro Horas na Vida de Uma Mulher, livrinho na medida para quem com está pouco tempo e às voltas com a aridez jurídica.

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