A World with Coffee

29/01/2013 § Deixe um comentário

meu mundo, meu café

Bonitinha a série do Oliver Jeffers sobre café. ♥

Indecisão

26/01/2013 § Deixe um comentário

“Um filósofo do calibre de Knittel ou até mesmo um ser humano de educação média, como Vaneetha, provavelmente consideraria degradante ficar sentado o dia todo em uma fazenda de cubículo dizendo ‘Bom-dia, e obrigado por ligar para o Centro de Resolução de Problemas. Meu nome é Dwight”, depois escutar pacientemente a reclamação do cliente, sugerir a solução óbvia e aguardar a ligação do próximo cliente.

Mas muitas vezes, quando eu estava no trabalho me sentindo descontraído, hiperqualificado, privado de liberdade e resfriado pelo ar-condicionado, me parecia que a sina de um autômato corporativo de escala inferior era injustamente depreciada por indivíduos crentes na justiça social e no potencial humano. Era verdade que o salário era baixo, que os benefícios eram inexistentes, que as possibilidades de promoção eram controvertidas e que a negação institucional de nossos talentos ocultos era virtualmente absoluta.

Mas que sossego tremendo, quase vegetal, era trabalhar para das Man! (Como diria Knittel.) À noite, eu até podia me sentir mal por estar mancomunando com minha mediocridade — mas de alguma forma, quando estava sentado diante de meu monitor, balançando minha cadeira de escritório convencional para frente e para trás, eu sentia que se simplesmente continuasse trabalhando com o devido empenho, batendo ponto nesse emprego americano que, afinal de contas, alguém precisava fazer, eu não teria culpa nenhuma no que viesse a acontecer comigo ou com o meu país.”

trecho do Indecisão, do Benjamin Kunkel, delícia de romance que narra as desventuras do pobre Dwight Wilmerding e sua incapacidade crônica de tomar decisões.

OK, Zé da Roça

26/01/2013 § Deixe um comentário

Que disco genial o Mental Surf.

Magistrado bisonho

01/01/2013 § Deixe um comentário

Primeiro dia do ano novo. Mesma programação do ano velho, com artigo sobre Responsabilidade Civil pela perda de uma chance [ de ser feliz nas férias, devo acrescentar? ] para ser entregue no dia 5. No caminho, este delicioso trecho, num livro sobre o assunto:

“Magistrado bisonho, confortado pelo acórdão do 1º Tribunal de Alçada do Rio de Janeiro, como votos vencidos que lhe salvaram a eminente reputação, decidiu que o advogado não é responsável pela perda de prazo, em recurso de reclamação trabalhista, porque esse fato não constituia dano, só verificável se o resultado do recurso fosse certo.”

Feliz recesso a todos os envolvidos.

Onde estou?

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