Western Eyes

26/09/2012 § Deixe um comentário

Sempre.

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Jason

25/09/2012 § Deixe um comentário

Moon of my life. ♥, via More Momoa [ sempre ]

Bartleby, o escrivão

24/09/2012 § Deixe um comentário

“- Bartleby! Depressa, estou esperando.
Com qualquer outro homem, eu teria ficado imediatamente irado, desdenhado tudo o que viesse a ser dito e enxotado-o de maneira desrespeitosa de perto de mim. Mas havia algo em relação a Bartleby que não apenas me desarmava estranhamente, como, de um modo maravilhoso, tocava-me e desconcertava-me.
Comecei a argumentar com ele.
– São suas próprias cópias as que estamos prestes a examinar. Isso vai poupar trabalho a você, porque uma única checagem vai dar por finalizados seus quatro documentos.Sempre fazemos isso. É dever de cada escriturário ajudar a
conferir sua própria cópia. Não é assim? Você não vai falar?
Responda!
– Prefiro não responder – replicou ele num tom suave.
Tive a impressão de que, enquanto eu estivera dirigindo-lhe a palavra, ele refletira cuidadosamente sobre cada uma de minha declarações, compreendera completamente seus significados e não pudera contrariar a conclusão irresistível, mas, ao mesmo tempo, alguma consideração superior prevalecera, e ele acabara respondendo daquela maneira.”

trecho do lindo e triste Bartleby, o escrivão, do Herman Melville, que já desorganizou a programação de férias, colocando Moby Dick na lista de prioridades. A quem se interessar, o texto na íntegra a um click.

À meia-luz

22/09/2012 § Deixe um comentário

Do Bookshelf Porn.

O náufrago

22/09/2012 § Deixe um comentário

“Mesmo tendo destruído para toda a vida pessoas inocentes e suas famílias, os tribunais seguem em frente com seu trabalho cotidiano; os jurados — cujos vereditos obedecem sempre a humor momentâneo, além de um ódio desenfreado por seus semelhantes — arranjam-se muito rápido com tal veredito equivocado e consigo próprios, mesmo depois de já terem percebido que cometeram um crime efetivamente irreparável contra pessoas inocentes. A metade das condenações decididas por tais júris, informei-me, repousa de fato sobre um veredito equivocado, e tenho certeza absoluta de que foi isso que aconteceu no assim chamado processo do Moinho de Dichtel, que terminou com um veredicto equivocado por parte dos jurados.

Os chamados tribunais distritais austríacos são famosos por serem proferidos neles todo ano dúzias de vereditos equivocados decididos pelos jurados e, portanto, por carregarem na consciência dúzias de inocentes a cumprir penas de prisão perpétua em nossas instituições penais, sem qualquer perspectiva de algum dia se reabilitarem, como se diz.

Na realidade, há mais inocentes do que culpados cumprindo pena em nossas prisões e instituições penais, e isso pelo fato de haver tantos juízes sem consciência e tantos jurados que odeiam seres humanos, seus semelhantes, neles se vingando, portanto, da própria infelicidade e monstruosidade, neles que, em razão das circunstâncias medonhas que os conduziram aos tribunais, se veem à mercê de juízes e jurados. “

trecho d’O Náufrago, do Thomas Bernhard, com parte das críticas que faço à lógica do tribunal do júri.

Troubled Waters

16/09/2012 § Deixe um comentário

Em tempos de disco novo [ que ainda não consegui baixar, diga-se ], vamos relembrar o sensacional The Cover Records, com destaque para a estoanteante versão de Wild Is the Wind. Chan, sua linda!

De volta

16/09/2012 § Deixe um comentário

Um mês e meio depois do previsto, oito matérias, prováveis aulas aos sábados [ à tarde ] e a promessa de dias infernais. Daqui.

Onde estou?

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