Stardust

22/07/2012 § Deixe um comentário

Now my consolation is in the stardust of a song

Excesso de fofura

22/07/2012 § Deixe um comentário

Via Fred, por e-mail, para aquecer o domingo.

Black Is The Color Of My True Love’s Hair

13/07/2012 § Deixe um comentário

Nina, sua musa!

O Mito de Sísifo

12/07/2012 § Deixe um comentário

“Cenários desabarem é coisa que acontece. Acordar, bonde, quatro horas no escritório ou na fábrica, almoço, bonde, almoço, bonde, horas de trabalho, jantar, sono e segunda terça quarta quinta sexta e sábado no mesmo ritmo, um percurso que transcorre sem problemas a maior parte do tempo. Um belo dia, surge o ‘por quê’ e tudo começa a entrar numa lassidão tingida de assombro. ‘Começa’, isto é o importante. A lassidão está ao final dos atos de uma vida maquinal, mas inaugura ao mesmo tempo um movimento da consciência. Ela o desperta e provoca sua continuação. A continuação é um retorno inconsciente aos grilhões, ou é o despertar definitivo. Depois do despertar vem, com o tempo, a consciência: o suicídio ou reestabelecimento. Em si, a lassidão tem algo de desalentador. Aqui, devo concluir que ela é boa. Pois tudo começa pela consciência e nada vale sem ela. Estas observações nada têm de original. Mas são evidentes: isso basta por algum tempo, até fazermos um reconhecimento sumário das origens do absurdo. O simples ‘cuidado’ está origem de tudo.”

trecho do forte e destruidor O Mito de Sísifo, do Camus, um dos livros com o começo mais desconcertantes já lidos.

Terraço do Café à Noite

07/07/2012 § 1 comentário

O Terraço do Café na Place du ForumArles, à Noite, do Van Gogh, porque eu precisava de cores. Daqui.

Como Se Faz Um Processo

07/07/2012 § Deixe um comentário

“Esta, como todas as ilusões, é perigosa, já que desvia os homens do único caminho que leva à justiça: esse caminho não é o da força, mas o do amor. A litigiosidade e a delinquência são enfermidades sociais que podem encontrar no processo uma terapêutica sintomática, mas não uma terapêutica radical. Não existe ourtra justiça que não a ser a justiça divina; mas esta justiça, e nisto está o grandioso mistério, se resolve na caridade. O advogado e o juiz, se querem se esforçar por superar a tremenda dificuldade do juízo, não tem outro meio senão amar.

Não se pode conhecer, e muito menos o homem, se ele não for amado. A verdadeira virtude do advogado e do juiz, a única que os faz dignos de seu ofício, é amar aquele a quem devem conhecer e julgar, se bem que pareça indigno do amor. O juiz, sobretudo, deveria ser um centro de amor”

trecho de Como Se Faz Um Processo, do Francesco Carnelutti, indo tão bem até dar esta bela derrapada na última página.

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