Abenjacan, o Bokari, Morto em Seu Labirinto

21/04/2012 § Deixe um comentário

” ‘Fará um quarto de século’, disse Dunraven, ‘que Abenjacan, o Bokari, chefe ou rei de não sei que tribo nilótica, morreu no aposento central desta casa, pelas mãos de seu primo Zaid. Com o passar dos anos, as circunstâncias de sua morte continuam obscuras.’

Unwin perguntou por quê, docilmente.

‘Por diversas razões’,  foi a resposta.  ‘Em primeiro lugar, esta casa é um labirinto. Em segundo lugar, vigiavam-na um escravo e um leão. Em terceiro lugar, desvaneceu-se  um tesouro secreto. Em quarto lugar, o assassino estava morto quando o assassinato ocorreu. Em quinto lugar…’

Unwin, cansado, o deteve.

‘Não multipliques os mistérios’, disse. ‘Estes devem ser simples. Lembra a carta roubada de Poe, lembra o quarto fechado de Zangwill’.

‘Ou complexos’, replicou Dunraven. ‘Lembra o universo.’ “

do instigante “Abenjacan, o Bokari, Morto em Seu Labirinto”, n’O Aleph, do Borges, lido, finalmente, por influência de entrevistado terrivelmente genial e fofo.

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