Até o dia em que o cão morreu

14/08/2011 § Deixe um comentário

“Desta vez foi parecido, não nasci de novo, mas acho que estou vendo as coisas com um pouco mais de clareza. E por isso tenho certeza de que quero te ver de novo. E vou te dizer por quê.  Apesar do jeito que tu me trata me magoar às vezes, tu é única pessoa com quem não me sinto sozinha. Acho que era isso que me fazia voltar toda vez pro teu apartamento.

Sabe, agora eu entendo um pouco mais a razão de tu querer ficar tão isolado lá em cima.  É tudo a mesma coisa. Isolado ou mergulhado numa multidão, no trânsito, no trabalho, a solidão é sempre a mesma, com exceção daquelas poucas, raras pessoas em cuja presença a solidão some.”

retirado do fofinho Até o Dia em que o Cão Morreu, do querido [e delicioso] Daniel Galera, indicação, claro, do Guilherme.

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