O direito é árido

08/08/2011 § 2 Comentários

Ainda em lua de mel com O Amanuense  Belmiro [que coisa linda!], retiro dele algumas palavras para encarar o novo semestre:

“Rápido encontro com Glicério, na Praça da Liberdade. Está muito satisfeito com o novo emprego, mais adequado à sua situação de bacharel. Perguntou-me gentilmente pela Emília e prometeu uma visita à Rua Erê. (Amabilidades: estou certo de que não virá).  A conselho de um dos companheiros, banirá a literatura de suas cogitações.

– O direito é árido, Belmiro. Lendo-se qualquer coisa atraente, perde-se a coragem de mergulhar nos tratados. Vou, pois, fazer este sacrifício.

Felicitei-o; suas palavras me indicavam que havia, afinal, encontrado um rumo. Não gostou muito da minha precipitação, receando, talvez, que, chegada essa notícia ao Silviano, este lhe cancele o diploma de clerc

– Mas isto não quer dizer que eu me afaste da roda, disse. Apenas provisoriamente (enquanto tomo gosto pela coisa) farei abstinência.”

Que dizer além de: “sim, o direito é arido” ?

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