Feliz Dia do Miles

26/05/2011 § Deixe um comentário

É só no dia 26–seriam 85 anos se estivesse vivo –, mas compromissos me impedem de comemorar a data aqui amanhã. 😛

Anúncios

Menos Hegel

25/05/2011 § Deixe um comentário

E como o tema da aula de Filosofia hoje foi Hegel, aproveito para relembrar algumas palavras do guru, o mestre, o homem, o mito Arthur Schopenhauer sobre seu colega.

Hegel

“Destruidor de papel, de tempo e de mentes.

Não, o que vedes não é uma águia; basta olhar suas orelhas.

Além da capacidade de escrever absurdos, o principal expediente desse charlatão era dar-se ares de grande senhor, aproveitando todas as ocasiões para olhar do alto do seu castelo de palavras, com distinção, fastio, desdém e ironia, não apenas as elucubrações filosóficas alheias, mas também toda ciência, seus métodos e tudo o que o intelecto humano alcançou no decorrer dos séculos com perspicácia, esforço e dedicação. Com isso, conseguiu de fato suscitar no público alemão uma alta consideração por sua sabedoria ensimesmada em seu abracadabra.”

Arthur Schopenhauer — só ele salva — no maior livro já escrito A Arte de Insultar.

Vão dormir?

24/05/2011 § Deixe um comentário

Porque no inverno, a cama — o sofá, a rede, o chão, o tapete– se apresenta como única perspectiva válida. Céus, que sono!

O desenho vem daqui . Atenção para o bonitinho poema ao lado.

Lar, doce lar

22/05/2011 § Deixe um comentário

Posso morar aí? Vi no Book Lovers Never Go to Bed Alone .

Doce de coco

14/05/2011 § Deixe um comentário

Que coisa mais linda, não?

Problemas

12/05/2011 § Deixe um comentário


É bobo, mas achei bonitinho. 😀

Via Reader — não me lembro mais de que blog…

De tua Fílis…

09/05/2011 § Deixe um comentário

Frequentemente, vendo os ventos favoráveis no céu e no mar, disse a mim mesma: “Se ele ainda vive, sem dúvida virá”. Enfim, todos os obstáculos que uma caminhada apressada pode encontrar, meu fiel amor imaginou; fui inventiva para encontrar explicações. Mas tua ausência se prolonga e nem os deuses a quem juraste o trazem, nem a lembrança de meu amor te fazem voltar.

Demofoonte, lançaste ao vento tuas palavras e tuas velas. Queixo-me por nao ver voltarem tuas velas nem cumprirem-se suas palavras.

[…]

Tenho ainda nos olhos o espetáculo de tua partida;vejo tua frota, pronta para navegar, estacionando em meus portos. Ousaste abraçar-me e, inclinando sobre o pescoço de tua amante, imprimir sobre meus lábios ternos e longos beijos, confundir tuas lágrimas com as minhas, queixar-te do favor dos ventos que enfunavam tuas velas e dizer-me, afastando-te, estas últimas palavras: “Filis, espera teu Demofoonte”. Esperaria por ti, que partiste para nunca mais ver-me? Esperaria pelas velas que evitam nossos mares?

Todavia espero: volta para tua amante: já demoraste tanto! Que tua promessa tenha sido falsa somente quanto ao tempo!

carta triste e linda de Fílis a Demofoonte, em Cartas de Amor – As Heróides, do querido Ovídio.

Onde estou?

Você está atualmente visualizando os arquivos para maio, 2011 em Felicidade estoica.