And I want it now…

29/01/2011 § Deixe um comentário

Complexo de Portnoy

27/01/2011 § Deixe um comentário

“Mas o que ele tinha a oferecer, eu não queria —e o que eu queria ele não podia oferecer. Entretanto, o que há de extraordinário nisso? Por que ainda me faz sofrer tanto? Ainda a esta altura! Doutor, diga-me, de que será melhor livrar-me: do ódio.., ou do amor? Pois se ainda nem comecei a falar daquilo que relembro com prazer — com uma arrebatada, pungente, sensação de perda!

Todas aquelas recordações que de alguma forma parecem estar ligadas com o estado do tempo e a hora do dia, e que me surgem na mente com tal agudeza, que, momentaneamente, deixo de estar no subway, no escritório, ou num jantar com uma garota bonita, para regressar à infância, junto deles.

Recordações de praticamente nada, mas que, no entanto, parecem momentos de história tão cruciais para o meu ser como o instante da minha concepção; poderia até relembrar o esperma de meu pai penetrando no óvulo de minha mãe, tão penetrante é a minha gratidão —sim, a minha gratidão! —tão impetuoso e sem reservas é o meu amor.”

trecho do absurdo e catártico Complexo de Portnoy do genial Roth.

Cante, Gardel!

23/01/2011 § 1 comentário

Querido diário

21/01/2011 § Deixe um comentário

Querido diário,

hoje eu ganhei meu primeiro machucado do boxe: uma esfolação no polegar esquerdo. Foi tão mágico! Acho que estou apaixonada.

You’re My Everything

19/01/2011 § 1 comentário

Time flies…

16/01/2011 § Deixe um comentário

Vi, claro, no fofinho The Über Blog.

Ideia sem braços

15/01/2011 § Deixe um comentário

“Era ocasião de pegá-la, puxá -la e beijá-la… Ideia só! ideia sem braços! Os meus ficaram caídos e mortos. Não conhecia nada da Escritura. Se conhecesse, é provável que o espírito de Satanás me fizesse dar à língua mística do Cântico um sentido direto e natural. Então obedeceria ao primeiro versículo: “Aplique ele os lábios, dando-me o ósculo da sua boca”.

E pelo que respeita aos braços, que tinha inertes, bastaria cumprir o verso. 6.° do cap. II: “A sua mão esquerda se pôs já debaixo da minha cabeça, e a sua mão direita me abraçará depois”. Vedes aí a cronologia dos gestos. Era só executá-la; mas ainda que eu conhecesse o texto, as atitudes de Capitu eram agora tão retraídas, que não sei se não continuaria parado. Foi ela,entretanto, que me tirou daquela situação.”

trecho do “capítulo XXXVI /Ideia sem perna e ideia sem braços”, uma das partes das mais bonitas de Dom Casmurro, relido nas férias.

Em tempo: não é um mistério que um moço fofo como o Bentinho tenha se tornado aquele grande imbecil que se mostra mais tarde? Babaca se escreve com B, de Bentinho.

Onde estou?

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